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Rev. Trib. Reg. Trab. 3ª Reg., Belo Horizonte, v. 71, n. 111, p. 281-679, jan./jun. 2025299rapaz dar o teste na máquina e aí o Falecido infesou e o falecido foi dar uma volta com raiva no barranco, quando olhou o barranco caiu e matou ele e quebrou as costelas do depoente; que não tinham nenhum EPI e nenhum treinamento e nem técnico de segurança”.A testemunha trazida pelo réu, Eric Aparecido, disse:“Vinculo: (00:30:17): que trabalha para si mesmo em garimpo; que trabalhou com o autor nos garimpos da região; que acham o serviço e foram todos juntos; que fizeram uma sociedade nos garimpava e o que tiravam pagavam a despesa da máquina e o restante dividiam; que o falecido que chamou o depoente para esse garimpo; que no dia que foram trabalhar reunião e decidiram; que não recebiam ordem do Wendel, se faltasse não tinha punição e nem punição”.Vale citar que o quarto réu juntou os autos do inquérito policial que registra depoimentos do primeiro réu e do referido depoente Eric Aparecido (Id 600bf45, p. 193 e ss.).O primeiro réu afirmou em sede policial:“PERGUNTADO disse QUE: Que, o declarante comparece nesta Unidade Policial devidamente intimado e com relação aos fatos noticiados tem a esclarecer o seguinte; Que, o declarante locou a escavadeira que desempenhava o trabalho no local que, o ecalrante tem um contrato junto a cooperativa Uniquartz desta cidade de Corinto/MG, o qual autoriza o declarante a executar o trabalho de extração de quartz no local; Que, no dia do evento o declarante não se encontrava no local; Que, somente Marcelo e Eric, seus sócios e que se encontravam no local; Que, Marcelo era o operador da escavadeira e o Erica fazia a extração munal das pedras; Que, Eric e Marcelo, possuíam equipamentos de segurança, tais como capacetes, óculos e fones de ouvido; Que, o local onde ocorreu o evento era um local que ia ser iniciado a extração; Que, perguntado ao declarante acerca da pessoa de Wagner Marabá e Teodomiro que se encontram no local o declarante

